sábado, 30 de janeiro de 2010

Rádio Lenoxx Sound RP-59





Este é o lançamento da empresa brasileira Lenoxx para as faixas de ondas curtas. Este aparelho é produzido na China. No site do fabricante existe a disponibilidade de acesso ao manual do aparelho em PDF. Fabricante nacional que disponibiliza ao rádio escuta brasileiro este acesso!

Lenoxx Sound RP-59

Conversão: Simples

Mostrador: Analógico

Freqüências:
FM: 64 MHz a 108 MHz.
AM: 530 kHz a 1.600 kHz
SW1: 3.600 kHz a 4.100 kHz
SW2: 5.800 kHz a 6.500 kHz
SW3: 7.000 kHz 7.700 kHz
SW4: 9.400 kHz a 10.200 kHz
SW5: 11.500 kHz a 12.100 kHz
SW6: 13.100 kHz a 13.900 kHz
SW7: 15.000 kHz a 15.900 kHz.
SW8: 17.300 kHz a 18.000 kHz
SW9: 21.300 kHz a 22000 kHz

Sensibilidade
FM: menor que 10 mV
OM: menor que 504 mV
SW: menor que 32 mV

Alimentação: 3 Pilhas grandes (D) ou 120/230V

Dimensões (A, L, P) = 150 mm x 240 mm x 72 mm
Fone de ouvido: sim
Peso (sem pilhas): 1 Kg

UTC – TEMPO UNIVERSAL COORDENADO






Quem começa a ouvir as emissões de radio internacionais, vai notar logo que os horários quase sempre são
mencionados como horário no “Tempo Universal”, que conhecemos como horário UTC, (Horário Universal
Coordenado). Mas o que vem a ser isso e qual a necessidade de se usar este padrão na mensuração do tempo,
em rádio ?
No início, até mesmo os relógios mecânicos eram acertados pelo tempo fornecido pelos relógios de Sol. A
hora comum, no entanto, aquela usada em nosso cotidiano, não se baseia inteiramente no Sol. Avelocidade da
Terra em seu movimento de translação não é constante, e por isso a duração dos dias solares é desigual.
Foi preciso imaginar um “Sol fictício”, que produzia dias iguais durante todo o ano. Esse corpo, também
chamado Sol médio, percorre sobre o equador celeste espaços iguais em tempos iguais. Apenas por
praticidade, começamos a contar o dia solar médio quando o Sol médio atinge a chamada culminação inferior.
Em outras palavras, quando é meia-noite.
Mas afinal, a diferença entre o tempo solar verdadeiro e aquele produzido pelo Sol médio não passa de 17
minutos. Uma defasagem que foi imperceptível para o dia-a-dia da humanidade durante muitos séculos. Até
que, nas primeiras décadas do século XIX, surgiram as estradas de ferro.
Antes os viajantes nem se davam conta que ao chegar a um destino longínquo a hora do lugar era diferente. A
precisão dos horários de partida e chegada se confundia com as irregularidades dos mecanismos dos relógios
da época, mais a lentidão dos meios de transporte movidos a tração animal.
As ferrovias mudaram tudo. Agora era possível se locomover com relativa rapidez por quase toda a Europa e
ir de costa a costa dos Estados Unidos. Para resolver – parcialmente – o problema dos horários surgiram as
horas nacionais.

Porém, cada país tinha a sua – e isso não ajudava muito. Era preciso uma padronização. E foi a Inglaterra o
primeiro país a adotá-la (embora Estados Unidos e Canadá disputem até hoje essa primazia). Não foi nada
fácil. Política, religião e orgulho nacional puseram de lado argumentos científicos, numa disputa que
envolveu até mesmo o Brasil. Uma conferência internacional em 1884 tratou de escolher um meridiano de
partida que servisse a todas as nações do mundo. Conta-se que o Imperador Pedro II orientou o diretor do
Observatório do Rio de Janeiro, representante do Brasil, a votar em favor do meridiano zero que passava por
Paris. No final, Greenwich, na Inglaterra, foi escolhido quase por unanimidade. O Brasil se absteve do voto.
Meridiano zero
Ahora média de Greenwich (Greenwich Mean Time ou GMT) foi utilizado como padrão mundial de tempo
até 1986, quando surgiu o Tempo Universal Coordenado (Coordinated Universal Time ou UTC), que é
baseado em padrões atômicos em vez da rotação da Terra.
O UTC é o padrão internacional de tempo usado atualmente e mantido pelo Bureau Internacional de Pesos e
Medidas. Mas zero hora UTC ainda corresponde, aproximadamente, à meia-noite no meridiano de
Greenwich, Inglaterra.
Que é UTC
O Tempo Universal Coordenado (em inglês Coordinated Universal Time), ou UTC (Universal Time,
Coordinated), também conhecido como tempo civil, é o fuso horário de referência a partir do qual se calculam
todas as outras zonas horárias do mundo. É o sucessor do Tempo Médio de Greenwich (Greenwich Mean
Time), abreviadamente GMT. Anova denominação foi cunhada para eliminar a inclusão de uma localização
específica num padrão internacional, assim como para basear a medida do tempo nos padrões atômicos, mais
do que nos celestes.
Ao contrário do GMT, o UTC não se define pelo sol ou as estrelas, mas é sim uma medida derivada do Tempo
Atômico Internacional (TAI). Devido ao fato do tempo de rotação da Terra oscilar em relação ao tempo
atômico, o UTC sincroniza-se com o dia e a noite de UT1, ao que se soma ou subtrai segundos de salto (leap
seconds) quanto necessário. Os segundos de salto são definidos, por acordos internacionais, para o final de
julho ou de dezembro como primeira opção e para os finais de março ou setembro como segunda opção. Até
hoje somente julho e dezembro foram escolhidos como meses para ocorrer um segundo de salto. Aentrada em
circulação dos segundos de salto é determinada pelo Serviço Internacional de Rotação da Terra e Sistemas de
Referência (IERS), com base nas suas medições da rotação da terra.
"UTC" não é realmente uma abreviatura; é uma variante do tempo universal, (universal time, abreviadamente
UT) e o seu modificador C (para "coordenado") foi incluído para enfatizar que é uma variante de UT. Pode-se
considerar como uma solução conciliatória entre a abreviatura inglesa "CUT" e a francesa "TUC".
24 fusos horários
Os fusos horários são faixas de 15° de largura correspondentes a um intervalo de tempo de uma hora que
partem do meridiano que passa por Greenwich. Os fusos orientais são precedidos do sinal + para indicar que
as horas se adiantam para Leste, ocorrendo o oposto para os fusos ocidentais (a Oeste de Greenwich).
Ahora UTC do Brasil
Por possuir três fusos horários, o Brasil possui três horários UTCs, que são:
Duas horas á mais que o horário do meridiano zero (Greenwich) nos estados do Acre, Amazonas, Mato
Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Roraima; quatro horas á mais que o meridiano zero em Fernando de
Noronha e nos demais estados (que possuem o horário de Brasília) três horas á mais que Greenwich.
Os fusos horários no Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou , no dia 24 de maio de 2008, sem vetos, a lei nº 11.662/2008,
publicada no Diário oficial da União de 25 de junho de 2008.
Esta lei reduz de quatro para três o número de fusos horários usados no Brasil. Amudança, com prazo de 60
dias (da publicação), para entrar em vigor, atingirá municípios nos Estados do Acre, Amazonas e Pará.
Dentro desse prazo, os 22 municípios do Acre ficarão com diferença de uma hora em relação a Brasília, pois
hoje são duas horas a menos.
Municípios da parte oeste do Amazonas, na divisa com o Acre, sofrerão a mesma mudança, o que igualará o
fuso dos Estados do Acre e do Amazonas.
Amudança na lei também fará com que o Pará, que atualmente tem dois fusos horários, passe a ter apenas um.
Os relógios da parte oeste do Estado serão adiantados em mais uma hora, fazendo com que todo o Pará fique
com o mesmo horário de Brasília.

Por Adalberto Marques de Azevedo
Barbacena - MG

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Janela em 1600 kHz


aurora boreal



Olá pessoal,

Hoje durante boa parte da madrugada, percebi um problema técnico na transmissão da emissora Nove de Julho que transmite aqui pela capital (SP) na frequencia de Ondas Médias em 1.600 kHz:

Primeiramente notei um forte ronco de 60Hz na TX ( eu me arrisco em uns 50% ou mais) o que comprometia totalmente a tranmissão da 9 de Julho, isto inicialmente me confundiu pois parecia ser uma daquelas malditas “interferência local” de tirar o sono de todo radioescuta, mais ai derrepente a portadora sumiu e o ronco foi-se junto dando lugar a uma transmissão de fundo em castelhano, totalmente limpa de interferências e ruído.

Assim foi por boa parte da madrugada, a emissora alternava em períodos de total ausência na TX e quando voltava, as vezes sem áudio, apenas o ronco, depois de alguns minutos o áudio vinha e alguns momentos com ronco outros normal e já em outros totalmente saturado, ai do nada sumia ficando de 10, 20 até 30 minutos fora do ar…

Aqui pela capital e vizinhança, a rádio 9 de Julho é muito forte mesmo a noite operando com potência reduzida… seu sinal espalha muito inclusive atrapalhando a escuta 10kHz acima e abaixo. Até mesmo em outros estadosn vizinhos e distantes a emissora chega forte. No entanto se esse defeito persistir nas madrugadas seguintes, temos chances de explorar essa frequência na intenção e busca de emissoras distântes principalmente de nossos vizinhos da américa latina e também do norte, visto que a frequencia de 1600kHz aqui no Brasil é ocupada apenas por duas emissoras, sendo que a 9 de Julho é a mais forte e penetrante, estando ela fora abri-se uma boa janela de opções.

Quanto a transmissão em castelhano infelizmente não consegui identificar sua origem, deu apenas para perceber que não era sotaque argentino, e entre as falas de uma jovem e de um homem que falavam várias vezes sobre a venezuela e sobre cuba, tocavam algumas musicas que me pareceram gospel mais não deu para distinguir a denominação religiosa ( se é que era religiosa ). Por volta das 06:00 UTC o sono falou mais alto e desisti de esperar uma nova janela criada pela ausência de TX da rádio 9 de julho.

Ta dada a dica !

Por Renato Uliana

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Lançamento: Rádio Philco Ph 60




A Philco lançou recentemente um novo recpetor de Ondas Curtas. Após muitos anos do lançamento do transglobe, a Philco ficou sem fabricar este tipo de receptor, agora o PH60 prometer ser tão bom quanto o seu irmão transglobe. Mesmo sendo portátil, este recptor garante excelentes escutas!Já se encontra disponível em várias redes de lojas do Brasil!

CARACTERÍSTICAS

* Rádio FM/MW/SW + 08 bandas (ondas curtas)
* Base de apoio retrátil: Permite apoiar o rádio para maior praticidade
* LED indicador de sintonia
* Antena Telescópica
* Sintonia Analógica
* Entrada para fone de ouvido: Permite ouvir o rádio utilizando fone de ouvido
* Frequencias de ondas curtas (SW): 5.95-6.35 Mhz, 6,85-7.65 Mhz, 9.25- 10.15 Mhz, 11.20-12.15 Mhz, 12,95-13.85 Mhz, 14.95-15.70 Mhz, 17.50-18.50 Mhz e 21.10 – 21.90 Mhz
* Funciona com 2 pilhas tamanho AA ou adaptador de tensão (AC/DC 5V)

Rádio Record completa 78 anos no ar




A Rádio Record de São Paulo AM 1000 kHz chega aos seus 78 anos de existência, no próximo dia 11 de junho. A emissora é o microfone mais histórico do Estado.


Inaugurada no ano de 1931, com os estúdios na Praça da República, região central da cidade de São Paulo, participou efetivamente dos momentos mais importantes da história do País, como a Revolução Constitucionalista de 1932.

Na voz de Nicolau Tuma e Cesar Ladeira, ganhou notoriedade em defesa das aspirações paulistas e, ainda, em prol da Democracia. A presença marcante em 1932 lhe valeu o slogan "A VOZ de São Paulo". Na época, a Rádio Record pertencia ao empresário Paulo Machado de Carvalho.

Hoje, a emissora integra a Rede Record de Rádio e Televisão. Mantém a pujança e luta por igualdade social. Resgata o ideário de sua fundação. Ao mesmo tempo, a estação de rádio brasileira continua fazendo história nas transmissões diárias, com sede da Barra Funda, zona oeste paulistana.

Aos 78 anos de vida, a Rádio Record mantém- mais do que nunca- a chama da esperança acesa por dias melhores, constituindo- se em inigualável tribuna do povo, verdadeira Emissora Popular, e, uma vez mais: A VOZ DE SÃO PAULO.

Parabéns a todos os funcionários, amigos e ouvintes da Rádio Record, pelo compromisso com a prestação de serviço e com a verdade!!!

Fonte: Redação - http://www.radiorec ord.com.br

DXismo é citado na revista Piauí





Passa das três da manhã quando o Palio verde do aposentado Dirney Martins, de 59 anos, chega ao Parque Ecológico do Cocó, área verde de Fortaleza. Além da viatura que faz a ronda nas redondezas, não há ninguém por perto - cenário perfeito para pôr em prática o seu plano. Martins desce do carro e procura, a pé, uma clareira. Quando a encontra, saca da mochila um rádio à pilha Sony, um rolo de fio e uma antena, que prende à copa de uma árvore. Enquanto a capital cearense cochila, Martins apura os ouvidos.

Martins é um "dexista", nome dado ao especialista em caçar rádios internacionais. O termo vem do inglês Distance X, algo como "distância desconhecida" . De acordo com a Associação dx do Brasil (sim, há uma), a atividade é praticada por cerca de 900 pessoas. A quem se interessar em ser o dexista 901, Martins avisa que o equipamento necessário para capturar ondas alheias pode chegar a mil reais. Se o freguês preferir marca nacional, ele recomenda o rádio Motobras. Importado, fica com o seu Sony mesmo.

Um dexista que se preze é antes de tudo um discreto. Sua atividade se restringe à escuta, muito diferente do radioamador - esse barulhento -, que muitas vezes polui as ondas sonoras com músicas péssimas e locuções de amargar. Calejado por décadas de prática, Martins ensina que a atividade tem que ser exercida à beira-mar ou em campos abertos: "Em casa, com torre de telefonia, computador e poste por perto, o rádio só pega emissoras próximas." Não fica bem dexista ouvindo a CBN. Quando Martins é visto numa praia, não se pense que ele está ali para se bronzear. Melhor do que pegar sol é pegar locutor do Vietnã.

Naquela madrugada de domingo, Martins estava eufórico. Em primeiro lugar, por uma razão técnica: chegara ao parque no momento exato da grey line - o fenômeno de propagação de ondas curtas que acontece antes do alvorecer e do pôr-do-sol. Um rádio de alta sensibilidade sintonizado na hora da grey line consegue captar até estação do Sudeste Asiático. Martins já ouviu programação do Irã, Coréia do Norte, Rússia e Arábia Saudita. A segunda razão para a felicidade era de ordem subjetiva: meses antes, ele sintonizara, ainda que por instantes, uma rádio da Papua Nova Guiné, arquipélago oceânico ao norte da Austrália. Usara o equipamento adequado, digitara os comandos certos, aplicara todos os filtros e apontara a antena na direção indicada pelo seu guia de bolso, o World Radio TV Handbook : The Directory of Global Broadcasting, de 2005. A rádio passou-lhe entre os dedos. "Foi por pouco. Ela simplesmente sumiu", lamenta. Captá-la virou um ponto de honra, para não dizer uma obsessão.

A paixão de Martins pelas rádios distantes começou aos 12 anos, com o Philips valvulado do pai ("equipado com uma antena long wave", lembra). Eram os idos de 1962, e o menino morava em Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul. Tentando desesperadamente escapar da Voz do Brasil, topou com sua primeira presa: a rádio Belgrano, da Argentina. "Tocava tangos do Carlos Gardel. Me senti em Buenos Aires." Nunca mais parou: "Num só dia faço uma turnê pelo mundo."

Por mundo, entenda-se Croácia, Espanha, Indonésia, Portugal, Rússia, Argentina, Estados Unidos, França, Bélgica, Itália, Romênia - alguns dos países pelos quais seus ouvidos já passaram. Martins obedece a uma etiqueta rigorosa em suas transações diárias (e noturnas) com rádios espalhados pelo planeta. Toda nova estação sintonizada merece uma carta de apresentação, que ele envia à emissora - os endereços estão disponíveis no seu manual. A mensagem toma a forma de um relatório, no qual Martins se debruça sobre questões tais como intensidade da onda sonora, grau de interferência e pureza do som. Ao cabo, faz uma apreciação sobre o conjunto da obra. Seguem-se horário, dia, mês e ano em que captou o sinal. A resposta não costuma falhar. Geralmente chega em menos de sessenta dias - acompanhada, quase sempre, de um suvenir. Da Rádio Internacional da China, Martins já recebeu camiseta e chaveiro. Da Rádio França Internacional, um isqueiro. De uma rádio iraniana, um exemplar do Alcorão.

O aposentado é cauteloso quanto às opiniões que dispensa. Se lhe cai nos ouvidos uma rádio argentina ou norte-americana, não nega fogo: diz o que acha. Já com a China, mede cada palavra. Não se trata apenas da cautela natural que se deve ter com países autoritários - mesmo aqueles que ficam do outro lado do globo. "Na época dos Jogos Olímpicos, escrevi para a rádio elogiando a cobertura", diz. A razão? "Queria ganhar um brinde..." Pouco tempo depois, chegariam os dois mimos. A rádio costuma lhe enviar por correio um boletim de suas atividades - em português, um dos 38 idiomas que emprega para propagar suas idéias pelo mundo. A programação em língua espanhola de La Voz de Rusia- "É uma das rádios que tenho o hábito de ouvir com mais frequência" - é comentada com redobrada precaução. Putin é Putin.

Cuba merece apenas meias-palavras. Embora o tom das suas cartas à Rádio Habana Cuba tenha sido sempre amistoso - "Não gosto de me meter nos assuntos da ilha" -, Martins nunca recebeu uma resposta à altura. De lá, até hoje, apenas um postal protocolar - sem charutos. Talvez, por isso, ele tenha resolvido explorar geografias mais recônditas. Imagine-se o brinde que receberá no dia em que, finalmente, conseguir fisgar sua baleia branca - a misteriosa e elusiva Papua Nova Guiné, que, naquela noite, também escapou.

Conheça a Rádio Senado






A Rádio Senado começou a operar em Ondas Curtas com o objetivo de ampliar o acesso da população à informação sobre os trabalhos legislativos.

A transmissão foi iniciada em maio de 2001. No primeiro ano, a Rádio Senado OC limitou-se a retransmitir integralmente a programação da Rádio Senado FM. Em fevereiro de 2002, uma programação diferenciada começou a ser oferecida em horário restrito, das 7h às 8h da manhã, com um programa de variedades. O horário foi ampliado, pouco a pouco, passando a três horas diárias no final de 2002.

Com a criação de um núcleo de produção específico, a grade de programação da Rádio Senado Ondas Curtas foi reestruturada em maio de 2003, quando a emissora passou a ocupar, com programas dirigidos especificamente ao público-alvo, todos os horários não cobertos pela transmissão das Sessões Plenárias e das reuniões das Comissões.



A programação da Rádio Senado Ondas Curtas é especialmente dirigida para as regiões Norte e Nordeste do Brasil, além do estado de Mato Grosso e do norte de Goiás. A linguagem é diferenciada, num formato didático e popular, com o objetivo de uma comunicação mais eficaz com o público alvo. A meta é mostrar ao ouvinte como as decisões tomadas no Senado podem influenciar o seu dia-a-dia. As reuniões de comissões e as Sessões Plenárias são transmitidas ao vivo e na íntegra, simultaneamente com a Rádio Senado FM.


Como sintonizar?

Via receptor de rádio FM

Brasília: 91,7 MHz

Natal: 106,9 MHz

Cuiabá (em caráter experimental): 102,5 MHz

Via Ondas Curtas

Para recepção, basta um receptor de rádio que possua faixa para ondas curtas em 49 metros.

Freqüência de 5990 KHz, na faixa de 49 metros.

Transmitindo para as regiões Norte e Nordeste.